O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o país viverá tempos difíceis e pediu resistência da população diante da crise energética. Em entrevista coletiva, disse que a situação será superada com esforço coletivo, segundo a Folhapress.
A escassez se agravou após a interrupção do petróleo venezuelano, elevando apagões de até 20 horas e filas por combustível. O governo anunciou medidas emergenciais, como restrições de energia, transporte e aulas, para preservar serviços essenciais.
Especialistas avaliam que o momento é o mais crítico desde a Revolução de 1959, superando o Período Especial dos anos 1990. Para analistas ouvidos pela Folha, a combinação de crise econômica, pressão externa e êxodo torna o cenário inédito.