O investidor institucional brasileiro manteve postura reticente mesmo com os recordes do Ibovespa, impulsionados pelo capital estrangeiro. Em janeiro, o índice subiu 12,56%, enquanto dados indicam entrada de R$ 25,3 bilhões de recursos externos no período.
Já os institucionais domésticos seguiram retirando recursos da Bolsa. Em 2025, a saída somou R$ 46,6 bilhões, e janeiro registrou fluxo negativo adicional. Segundo especialistas ouvidos pelo Broadcast, a Selic em 15% ao ano segue como principal freio à tomada de risco.
Analistas apontam ainda incerteza eleitoral e concentração do rali em poucos papéis como fatores de cautela. O interesse estrangeiro, focado em ações de grandes empresas, tem sustentado a alta, enquanto investidores locais priorizam renda fixa e estratégias defensivas.