O governo federal avalia medidas para reduzir o impacto da crise do petróleo no preço do gás de cozinha. Entre as ações estão subsídios e maior fiscalização para evitar aumentos e garantir acesso ao produto, sobretudo às famílias de baixa renda.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, as propostas têm caráter emergencial e buscam conter efeitos externos. O GLP preocupa por depender de importações, o que expõe o país à volatilidade internacional e pressiona o mercado interno.
De acordo com a Folha de S.Paulo, beneficiários do programa relatam cobranças extras em revendas. O governo afirma que a recarga deve ser gratuita e que taxas só podem ocorrer em serviços adicionais, como entrega ou instalação.