A Polícia Federal classificou a gestão de investimentos do Rioprevidência como um “almanaque de irregularidades” em investigação sobre aportes bilionários ligados ao Banco Master. As informações constam em decisão do ministro André Mendonça, do STF, obtida por O GLOBO.
Segundo a PF, o ex-presidente do instituto Deivis Marcon Antunes teria atuado para viabilizar aplicações de cerca de R$ 3 bilhões por “interferência política indevida”, e não por critérios técnicos. A investigação aponta mudanças na política de investimentos mesmo após alertas do Tribunal de Contas do Estado.
A PF também cita mensagens que indicariam alinhamento político entre o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro para liberar os investimentos no Banco Master.