Muitos modelos de carros de grande sucesso deixaram de ser fabricados ou vendidos, mas continuam firmes e evoluindo em suas novas gerações no mercado internacional. É o exemplo do Honda Fit, cujo sucessor, City Hatchback, que não conseguiu o mesmo volume de vendas do antecessor ao longo de sua trajetória no Brasil.
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Seguindo os mesmos passos do monovolume da Honda, resolvemos montar uma lista dos cinco principais carros que ganharam sobrevida lá fora, inclusive com novas gerações e versões híbridas, bem mais eficientes e modernas na comparação das que foram vendidas no mercado brasileiro.
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1 – HONDA FIT
Imagem: Divulgação
O Honda Fit deixou muitos fãs inconsoláveis com o fim de sua produção, em 2021. Presente desde 2003 no Brasil, o Honda Fit teve três gerações, todas conhecidas pela típica robustez mecânica e espaço interno bem aproveitado.
No entanto, o monovolume segue firme em alguns países europeus e asiáticos. No Japão, o Fit conta com versões de entrada equipadas com motor 1.5 aspirado i-VTEC de quatro cilindros a gasolina (118 cv e 14,5 kgfm), junto ao câmbio automático do tipo CVT.
Nas opções com sistema híbrido pleno (e:HEV), o conjunto é formado pelo propulsor 1.5 a gasolina e mais dois elétricos, ligados à transmissão e-CVT. Segundo a Honda, são 123 cv e torque de 25,8 kgfm combinados. Já o consumo pode chegar a quase 30 km/l, dependendo da configuração.
2 – OPEL CORSA

Imagem: Divulgação
O Chevrolet Corsa entrou para a história como sendo um dos carros populares mais modernos do Brasil. O compacto chegou em 1994 na versão Wind 1.0, mas, devido ao enorme sucesso, deu origem a várias versões e carrocerias (Sedan, Pick-up e Wagon), sempre com foco no melhor custo-benefício dos segmentos.
Originado da alemã Opel, o hatch é fabricado exclusivamente na Espanha, na planta da Stellantis localizada em Saragoça (Figueruelas), de onde é exportado para toda a Europa e outros mercados internacionais.
Na Europa, o Corsa traz opções de motor 1.2 Turbo de três cilindros (100 cv) e híbridas (110 cv a 145 cv). Na ala dos elétricos (Corsa-e), há variantes com 136 cv (bateria de 50 kWh e até 357 km de autonomia WLTP), 156 cv (bateria de 51 kWh e até 405 km de autonomia WLTP) e a esportiva GSe (281 cv).
3 – RENAULT CLIO

Imagem: Divulgação
O Renault Clio, lançado em 1996 (ainda importado), foi descontinuado em 2016 para dar espaço ao Kwid, mas continua sendo popular no mercado de usados, dada a vasta variedade de versões, acabamentos e motores. Até carroceria sedã ele teve, sendo dono do maior porta-malas da categoria, com 510 litros.
Apesar da produção interrompida, o Renault Clio segue em produção na Europa. A sexta geração foi apresentada no ano passado e aposentou a versão a diesel. Em seu lugar, foi inserido o motor híbrido E-Tech, que combina o 1.8 a gasolina de quatro cilindros com dois elétricos, entregando 160 cv e 17,3 kgfm.
No consumo no ciclo europeu, o hatch da marca francesa é capaz de rodar até 80% do tempo no modo elétrico urbano, fazendo excelentes 25,6 km/l e capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 8,3 segundos.
4 – TOYOTA FIELDER

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A Toyota Fielder chegou em 2005 e compartilhou muitas qualidades do Corolla. O durável motor 1.8 16V com comando de válvulas variável inteligente VVT-i de 136 cv era uma delas. Com ótimo consumo (até 14,5 km/l, conforme a versão) e fama de indestrutível, nem isso fez com que a Toyota a tirasse de linha em 2008.
Em países da Europa, como Portugal, o segmento das station wagons resiste bravamente. Batizada de Corolla Touring Sports, a perua é vendida em quatro versões, incluindo a esportiva GR Sport, e duas de motorização híbrida.
A Hybrid 140 traz motor 1.8 a combustão e um elétrico com potência combinada de 140 cv, com consumo de 22,2 km/l. Já a Hybrid 200, dotada de propulsor 2.0 com mais uma unidade elétrica, garante 196 cv. Ambas com caixa automatizada e-CVT têm um rendimento de 20,8 km/l.
5 – CHEVROLET MONZA

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O Chevrolet Monza foi, por muitos anos, o sonho de consumo de muitos brasileiros. Lançado em 1983, o sedã disputou a preferência da classe média e alta brasileira com o Volkswagen Santana, em 1984. Em 1996, com um total de 857.810 encerrando a produção, o sedã da Chevrolet ainda é muito desejado por colecionadores.
O nome só foi revivido pela GM em 2019 sob a alma de um sedã médio-compacto moderno produzido em Wuhan pela joint-venture SAIC-GM. Desse polo chinês, o carro é exportado para outros continentes, chegando a ser rebatizado como Cavalier no México e Cruze no Oriente Médio.
No Catar, o sedã é oferecido sempre com motor 1.5 aspirado de quatro cilindros a gasolina (113 cv) e câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem. Já na China, o alvo é o propulsor 1.3 de três cilindros (163 cv) com sistema híbrido leve de 48 volts, que faz 21 km/l na cidade e 17,4 km/l na estrada, segundo a fabricante.