O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou ao STF que não teve intenção de constranger a ministra Gleisi Hoffmann (PT), ao sugerir um “trisal” com Davi Alcolumbre (União-AP) e Lindbergh Farias (PT-RJ). A fala motivou queixa-crime da ministra, que pede R$ 30 mil por danos morais.
A defesa de Gayer alega que a publicação foi uma crítica à declaração do presidente Lula, que chamou Gleisi de “mulher bonita” ao nomeá-la ministra da Secretaria de Relações Institucionais. Para os advogados, não houve ataque pessoal.
O parlamentar argumenta ainda que suas falas são protegidas pela imunidade prevista no Artigo 53 da Constituição. O caso segue sob análise do STF. As informações são do portal Metrópoles.