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No mundo trabalhadores se manifestam por direitos e fim da guerra

Na França, país com tradição de manifestações no Dia Primeiro de Maio, foram realizados cerca de 270 protestos. Em Paris, 100 mil pessoas se reuniram para protestar contra a extrema direita, pela paz, pela liberdade e pela justiça social. Os franceses também reivindicam reajustes salariais e a revogação da reforma da Previdência. Houve conflitos entre manifestantes e policiais. Cerca de 30 pessoas foram presas.

Em Nova Iorque, nos Estados Unidos, manifestantes se posicionaram contra o apoio do governo a Israel e a favor do corte de envio de armas para a guerra em Gaza. Os cartazes e gritos de ordem pediam que os sindicatos em todo o mundo apoiem o fim da guerra. O Dia Primeiro de Maio não é feriado nos Estados Unidos, mas se tornou um dia de protestos ligados à política e contra guerras pelo mundo.

Na América do Sul, a tradição é a das marchas pelas ruas no Dia Primeiro de Maio. Em Bogotá, na Colômbia, milhares se reuniram em prol das reformas sociais propostas pelo governo para reduzir a semana de trabalho. O assunto está em discussão no Parlamento. Já em La Paz, na Bolívia, trabalhadores marcharam para exigir aumentos salariais, porque não concordam com os reajustes propostos pelo governo. E em Lima, no Peru, os manifestantes pediram o fim da corrupção e regularização dos trabalhadores informais.


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