O governo Trump avalia participação direta em empresas de defesa, como Lockheed Martin, Boeing e Palantir. A iniciativa segue movimentos recentes de aquisição de fatias na Intel e no setor de terras raras.
O secretário de Comércio, Howard Lutnick, afirmou que as companhias já dependem majoritariamente de contratos com o governo. As declarações fizeram as ações do setor militar subirem no mercado.
O plano marca um intervencionismo inédito desde a Segunda Guerra. Com gastos anuais de US$ 1 trilhão em defesa, os EUA respondem por quase 40% do orçamento militar mundial.