O TCU identificou fragilidades na política de previdência rural, que em 2024 arrecadou apenas R$ 9,8 bilhões frente a gastos de R$ 196,9 bilhões. O Tribunal destacou que apenas 22% dos requisitos necessários da política são atendidos.
Outro ponto crítico é a judicialização: 34,8% dos benefícios rurais foram concedidos pela Justiça, contra 13,8% no meio urbano. A auditoria também apontou elevada sonegação fiscal, estimada entre R$ 1,2 bi e R$ 2,6 bi.