A uma semana do julgamento do núcleo crucial da trama golpista, Jair Bolsonaro ainda não decidiu se irá presencialmente ao STF. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar e precisaria de autorização para comparecer. Aliados divergem sobre os efeitos políticos de sua presença.
O general Walter Braga Netto, preso em batalhão do Exército no Rio, já decidiu não ir à Corte. Sua defesa pedirá que ele acompanhe as sessões de forma virtual. Desde a prisão, em 2024, ele só saiu para acareação com Mauro Cid.
Além deles, outros seis réus serão julgados a partir de 2 de setembro. O processo pode resultar em penas superiores a 40 anos. A presença dos acusados não é obrigatória nesta fase, dedicada a sustentações orais e análise das provas.