Desde 2019, o ministro Alexandre de Moraes concentra no STF investigações ligadas a Bolsonaro, como o caso das fake news e a tentativa de golpe.
Outros ministros também passaram a conduzir inquéritos amplos: Cristiano Zanin assumiu casos de corrupção em tribunais e o assassinato de um advogado; Flávio Dino cuida de apurações sobre emendas parlamentares, como a operação Overclean.
A atuação do STF tem se baseado em conexões amplas entre os casos, permitindo a concentração de processos. Moraes é o principal exemplo dessa prática, apontou a folha de São Paulo.