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CAOA deixará de fazer Hyundai e busca nova parceira, diz colunista

Em março do ano passado, a CAOA e a Hyundai chegaram a um novo acordo. Até então, o grupo brasileiro tinha exclusividade na comercialização de veículos importados da marca sul-coreana que, por sua vez, tinha exclusividade nas vendas das linhas HB20 e Creta, nacionais. Desde então a rede da Hyundai, independentemente de ser ligada à CAOA ou não, poderia comercializar todos os veículos da marca.

A CAOA ainda permaneceu produzindo o utilitário HR e o SUV New Tucson da Hyundai em Anápolis (GO), mesma linha de produção onde são montados os carros da CAOA Chery. No entanto, os ares podem estar mudando para o acordo ente Hyundai e CAOA.

O colunista do UOL Jorge Moraes revelou que o grupo brasileiro deve deixar de produzir os dois modelos da Hyundai na planta goiana entre outubro e novembro, pondo um fim à história das empresas de quase 20 anos.

A previsão, segundo Moraes, é transformar o complexo de Anápolis em um centro industrial para receber novas marcas asiáticas até novembro. A ampliação do local, com mais 36.172 m² de área construída, elevará a estrutura total para mais de 208 mil m². A unidade em Goiás concluiu recentemente uma nova fase de robotização com equipamentos que antes operavam na linha de montagem da Ford na Bahia, mas que não foram adquiridos pela BYD.

Entre os próximos lançamentos para Anápolis está uma picape a diesel, confirmada pelo presidente da Caoa Chery, Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho, no Salão de Xangai. O modelo faz parte de uma linha de veículos que ganhará destaque no Brasil junto ao Tiggo 9, ampliando o suporte à fabricação dos modelos Tiggo 8, Tiggo 7 e Tiggo 5X.

A empresa também investirá R$ 3 bilhões para aumentar as áreas de pesquisa e desenvolvimento, com meta de elevar a capacidade de produção atual de 80 mil para 160 mil veículos por ano. A nova marca para a unidade ainda não foi definida, mas, segundo apuração da reportagem, seriam modelos especiais para o mercado brasileiro. Os nomes continuam sob sigilo, de acordo com o colunista do UOL, e todas as interessadas seriam asiáticas, entre elas as chinesas Dongfeng, Changan e Baic.

A Changan tem relação com marcas como Avatr e Uni-T, que têm modelos em teste no país, e com as marcas Deepal e Nevo. Há ainda rumores de que o grupo Caoa negocia com as indianas Tata e Mahindra.

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