A Fiat Toro acaba de ganhar um novo motor turbodiesel, com 2.2 litros de cilindrada no lugar do antigo 2.0 Multijet II, que deixou de ser oferecido por causa das novas leis de emissões que entraram em vigor no início de 2025. Com isso, a picape da marca italiana se torna uma das únicas a ter opções a diesel e flex na linha.
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Mas, afinal, qual vale mais a pena escolher na hora da compra? A seguir, reunimos 5 razões para você preferir as versões equipadas com o motor 1.3 turboflex e não o novo 2.2 turbodiesel.
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1 – Preço
A Fiat Toro Volcano está disponível tanto com motor a diesel quanto flex, com uma diferença de R$ 24 mil a favor do modelo flex, que é mais em conta (R$ 182.990 ante R$ 206.990). Exceto pelo controle automático de descida e da tração integral, itens que vão na versão a diesel, os demais equipamentos são os mesmos tanto na diesel quanto na flex.
Além disso, o preço médio do diesel está bem acima do etanol hoje em dia (R$ 6,38 ante R$ 4,13). Por causa desse diferença, para quem não roda muito, vale mais a pena a versão flex, apesar de gastar um pouco mais, de acordo com dados do Inmetro. A Volcano a diesel faz 10,5 km/l na cidade e 13 km/l na estrada, ante 6,5 km/l e 7,8 km/l com etanol.
2 – Custo de manutenção
Imagem: Divulgação
Se não tiver de levar cargas pesadas, também vale mais a pena a flex, entre outras questões, porque os preços das revisões da versão a diesel é bem mais caro. No caso da revisão dos 60 mil km da versão T270 1.3 turboflex fica em torno de R$ 4.400, ante quase R$ 8 mil da turbodiesel.
3 – Maior desgaste dos pneus
Não apenas por causa da tração integral, mas pelo maior peso da versão turbodiesel (1.910 kg ante 1670 kg da flex), existe um maior desgaste dos pneus 265/60R 18, que no caso do modelo Pirelli Scorpion custam, em média, R$ 1.200 cada um.
Tanto a Toro Volcano flex quanto a turbodiesel utilizam o mesmo pneu e o sistema de tração 4×4 da diesel funciona sob demanda, que aciona automaticamente as quatro rodas quando necessário e não requer intervenção do motorista.
4 – Valor do seguro

Imagem: Divulgação
O seguro de uma Fiat Toro diesel costuma ser mais caro do que o da versão flex, devido ao valor do veículo e ao custo de peças. Claro que o que a pessoa vai pagar depende de uma série de fatores, como o perfil e a localidade, entre outras variáveis
Mas, em média o seguro de uma Fiat Toro turbodiesel costuma passar de R$ 5 mil por ano, enquanto que o da versão flex é mais em conta, variando entre R$ 2.500 e R$ 3.500.
5 – Conforto
Como os motores flex são bem mais silenciosos e quase livres de vibrações, o nível de conforto a bordo aumenta, tanto para o motorista (que não sente desconforto ao sentir a picape vibrando tanto no volante quanto nos pedais), quanto para os ocupantes.
Rodar com maior nível de silêncio a bordo também contribui com uma viagem mais tranquila e agradável, principalmente se for percorrer grandes distâncias.

Carlos Guimarães
Jornalista há mais de 20 anos, já acelerou várias novidades, mas não dispensa seu clássico no final de semana