Com R$ 120 para investir, valor de um Volkswagen T-Cross Sense 200 TSI 0 km, é possível comprar outros SUVs, porém, usados e mais completos.
VEJA TAMBÉM:
É o caso do Hyundai Creta, referência não só na ala dos novos, mas também dos seminovos, tem um excelente custo-benefício. Há também Nissan Kicks, Jeep Renegade, Honda HR-V e Chevrolet Tracker.
Receba notícias quentes sobre carros em seu WhatsApp! Clique no link e siga o Canal do AUTOO.
Nessa lista, procuramos buscar modelos com preços médios praticados nos principais sites de classificados. Confira abaixo o que cada um oferece e seus prós e contras.
1 – JEEP RENEGADE 1.3 TURBO SPORT AT 2024
Imagem: Divulgação
Lançado em 2015, o Renegade é o primeiro Jeep a ser fabricado no Brasil. Facilmente reconhecido nas ruas, o Renegade traz a base do Fiat 500L, usando dessa maneira o mesmo monobloco. Pode não trazer a resistência de um chassi convencional, mas por estar focado mais no uso urbano, o conforto é superior aos tradicionais SUVs.
Pertencente à categoria de SUV compacto, o Jeep foi lançado em 2014 e praticamente não teve mudanças mais radicais. No entanto, o SUV passou por duas reestilizações leves, como a ocorrida no final de 2018 e a mais recente, em 2022. Foi o ano em que o modelo ganhou motor 1.3 turbo flexível de até 185 cv para todas as versões.
Segundo o Inmetro, são 7,7 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada com etanol e 11 km/l e 12,8 km/l, nessa ordem e abastecido com gasolina.
Desde a versão Sport que é a mais simples da linha, o Renegade oferece seis airbags, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, faróis Full LED, alerta e assistente de manutenção de faixa, limitador de velocidade, central multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio etc.
- Preço médio: R$ 115 mil
- Principais prós: conforto e equipamentos.
- Principais contras: espaço interno e porta-malas.
2 – CHEVROLET TRACKER 1.0 TURBO LT AT 2024

Imagem: Divulgação
O Chevrolet Tracker surgiu importado da Argentina em 2001, na verdade era o clone do Suzuki Vitara. Em 2013, a segunda geração trocou o chassi pelo monobloco e, com isso, ganhou não só em conforto, mas em popularidade. Equipado com motor Ecotec 1.8 16V (mesmo utilizado no Cruze) de até 144 cv, o consumo não era dos melhores. Assim, trocou pelo 1.4 turbo flex de até 153 cv, ganhando não só em desempenho, mas no consumo – em média 25% menor.
Na terceira geração, nacionalizada, passou a vir com propulsores turbo 1.0 (116 cv) e 1.2 (cv). O primeiro tem um consumo de 9 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada (etanol) e 13 km/l e 14,8 km/l, nessa ordem (gasolina). O outro era mais gastão, fazendo 7,7 km/l e 9,4 km/l (etanol) e 11,2 km/l e 13,5 km/l (gasolina), seguindo essa sequência, sempre seguindo dados do Inmetro.
Seja qual for a escolha, o Tracker já traz de série seis airbags; controles de estabilidade e tração com assistente de rampas, luzes de neblina e luzes diurnas de Led, volante multifuncional, piloto automático, computador de bordo, central MyLink de 8 polegadas com projeção de celulares Android e Apple, ponto de Wi-Fi nativo para até sete celulares simultâneos, entre outros.
- Preço médio: R$ 120 mil
- Principais prós: design e ampla rede de autorizadas
- Principais contras: acabamento e espaço interno
3 – HYUNDAI CRETA 1.0 TURBO COMFORT AT 2024

Imagem: Divulgação
Apresentado pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo de 2016, em dezembro, a Hyundai lançou oficialmente o Creta 2017, considerado o primeiro utilitário feito na planta de Piracicaba (SP).
Em 2021, chegou a segunda geração com motores 1.0 turbo de 120 cv e a 2.0 flex de até 167 cv. O primeiro traz um consumo de 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, e na gasolina, são 11,6 km/l e 12 km/l, nessa ordem. O outro rende 7,7 km/l no ciclo urbano e 8,7 km/l no rodoviário no etanol, e com gasolina, 10,9 km/l e 12,4 km/l, respectivamente. Os dados são do Inmetro.
Ainda que o estilo divida opiniões, o que mais impressiona no Creta de seguida geração é o acabamento mais refinado. Fora isso, o nível de equipamentos também merece elogios. Traz desde a versão mais simples o câmbio automático de seis marchas, seis airbags, freios a disco nas quatro rodas.
Há também controle de velocidade de cruzeiro com limitador de velocidade, controles de estabilidade eletrônica e tração, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência, monitoramento de pressão dos pneus, central multimídia Bluemedia com tela de 8 polegadas e muito mais.
- Preço médio: R$ 115 mil
- Principais prós: equipamentos e porta-malas.
- Principais contras: estilo controverso e desempenho.
4 – HONDA HR-V 1.8 LX AT 2021

Imagem: Divulgação
O Honda HR-V foi lançado em 2015 e chegou trazendo três versões de acabamento e uma de motor, no caso a 1.8 flex do Civic de até 140 cv, combinado ao câmbio manual de cinco marchas ou CVT – que simula sete velocidades. Com este tipo de transmissão, o consumo, de acordo com o Inmetro, ficava em 7,7 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol e com gasolina, 11 km/l e 12,3 km/l, nessa ordem.
Em 2018, o HR-V foi levemente reestilizado e ganhou a versão Touring com propulsor 1.5 movido só a gasolina de 173 cv e 22,4 kgfm, acoplado à caixa do tipo CVT que simula sete velocidades. Nessa, o rendimento é de 11,4 km/l no perímetro urbano e 12,6 km/l no rodoviário.
Bem generosa, na lista de equipamentos de série, desde a mais simples LX, já trazia o ar-condicionado, dois airbags, direção elétrica, freios ABS, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, entre outros itens. Porém, rodas de liga leve de 17 polegadas, ar digital, airbags laterais e bancos em couro, por exemplo, faziam parte da EX e EXL.
- Preço médio: R$ 120 mil
- Principais prós: design e porta-malas
- Principais contras: suspensão dura e visibilidade traseira
5 – NISSAN KICKS 1.6 ADVANCE AT 2024

Imagem: Divulgação
O Nissan Kicks deu as caras pela primeira vez em 2016, importado do México e com motor flexível 1.6 de até 113 cv de potência – com etanol e gasolina – e câmbio CVT que simula seis marchas. No ano seguinte, passou a ser fabricado no Brasil.
Em termos de consumo, essa motorização faz com etanol 7,8 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada, mas com gasolina, sobe para 11,4 km/l e 13,8 km/l, conforme dados do Inmetro.
A maior mudança ocorrida no Nissan Kicks só veio em 2021 com a reestilização que compreendeu o conjunto frontal mais agressivo com grade maior, faróis e capô redesenhados.
Junto a isso, o modelo passou a vir mais equipado com acessórios tecnológicos e de segurança. Entre os principais, podemos dar destaque ao alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), monitoramento de Ponto Cego (BSW), alerta Inteligente de Mudanças de Faixa (LDW), acendimento Inteligente dos faróis com ajuste de altura e intensidade (HBA) e por aí vai..
- Preço médio: R$ 120 mil
- Principais prós: visual e porta-malas
- Principais contras: acabamento e ruído interno