O governo Lula tem urgência na nomeação de Wadih Damous como diretor-presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), principalmente por causa do interesse em lançar um plano de saúde popular, de cerca de R$ 100 mensais.
O principal entrave é que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, resiste a avançar indicações do governo para agências reguladoras como forma de pressionar o Planalto em negociações por cargos e espaços políticos.
Histórico das passagens pela OAB-RJ e SENACON também tem alimentado resistências à sua nomeação, travando não apenas sua posse na ANS, mas também o avanço de um projeto estratégico para o governo.