Aquele encontro ajudou a produzir um ruído definitivo nas relações de Washington com o regime do AI-5. Ainda me lembro do trabalho, na redação do Jornal da Tarde, de edição da reportagem, que incluía, além de Raymundo Faoro, outros convidados, como Dom Paulo Evaristo Arns e o diretor do Estadão, Júlio Mesquita, que também fizeram seus relatos ouvidos por Carter sobre a situação brasileira, em pleno período Geisel.