O Estado do Novo México acusa a Meta de facilitar a exploração sexual de crianças e adolescentes em suas plataformas. A ação se baseia em operação policial que identificou acesso de predadores a perfis falsos de menores.
Segundo a Procuradoria-Geral, as redes da empresa permitiram o envio de conteúdo sexual e abordagens indevidas. O processo pede indenização e mudanças obrigatórias para reforçar a segurança de jovens usuários.
A Meta nega responsabilidade e afirma estar protegida pela legislação americana. A empresa sustenta que não pode ser responsabilizada por conteúdos produzidos por terceiros.