O apoio do PT a Juliana Brizola (PDT) e a força nas pesquisas da ex-deputada Manuela D’Ávila como uma das favoritas ao Senado, tem levado o PSOL a reavaliar o caminho, cogitando, inclusive, lançar uma chapa própria ao governo do Rio Grande do Sul.
Inicialmente, o partido cogitava apoiar Edegar Pretto (PT) como candidato ao governo, mas a mudança no cenário, com o petista compondo como vice na chapa da neta de Brizola, levou a uma reavaliação. A nova configuração reduziu o espaço de protagonismo do PSOL dentro da aliança.