A Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual (Decrin) indiciou o pastor Flávio Amaral nesta quarta-feira (2/7) por injúria e discriminação contra a comunidade LGBTQIA+.
Conhecido por se identificar como “ex-travesti”, Amaral é acusado de propagar discurso de ódio em palestras e redes sociais, violando direitos fundamentais e promovendo ataques verbais contra pessoas LGBTQIA+.
Entre os episódios investigados, destaca-se a agressão verbal à deputada federal Erika Hilton (PSOL), quando o pastor afirmou publicamente que ela “não era incluída no Dia das Mulheres”, por não ter nascido mulher.