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Pastora Renallida admite que filho de 16 anos participou de conteúdos gravados por Hytalo Santos

Pastora Renallida Lima em entrevista ao Profissão Repórter e Hytalo Santos (Foto: Reprodução)

O programa Profissão Repórter, da TV Globo, exibido na noite desta terça-feira (26), abordou as denúncias de adultização infantil nas redes sociais, tema que ganhou repercussão após manifestações do criador de conteúdo Felca. A reportagem destacou o caso dos influenciadores Hytalo Santos e seu marido, Euro, presos sob acusação de exploração e de expor adolescentes a situações inapropriadas.

Entre os entrevistados, chamou atenção o depoimento da pastora Renallida Lima, apresentada como ex-amiga de Hytalo e Euro. Ela relatou ter tido forte proximidade com a dupla, participando de momentos em família, de atividades religiosas e até mesmo fazendo uma tatuagem em homenagem aos dois — posteriormente apagada.

Renallida confirmou que seu filho, então com 16 anos, chegou a namorar uma das adolescentes que viviam na casa de Hytalo. Nesse período, o jovem frequentava a residência para reuniões de oração e chegou a aparecer em conteúdos gravados para as redes sociais do influenciador. A pastora afirmou, no entanto, que não autorizava todas as participações do filho, muitas vezes descobrindo os vídeos apenas após sua publicação.

Em um dos registros exibidos pelo programa, Hytalo pergunta se ela permitia que o filho fosse sozinho até sua casa, ao que Renallida responde, diante da câmera, que sim.

Questionada pelo Profissão Repórter, Renallida negou que o filho tenha morado com os adolescentes na casa de Hytalo. Segundo ela, o jovem passava apenas curtos períodos no local durante os três meses de namoro com a adolescente. Após o fim da relação, garantiu, ele se afastou totalmente do grupo.

Riscos da exposição digital

A edição reforçou o debate sobre os perigos da exposição de crianças e adolescentes no ambiente digital, destacando como a busca por engajamento pode ultrapassar limites e gerar consequências jurídicas, éticas e morais. O caso trouxe à tona novas reflexões sobre a responsabilidade de influenciadores e também dos responsáveis legais diante do alcance e do impacto das redes sociais na vida de menores de idade.

Fonte: Fuxico Gospel

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