A reforma do Judiciário ganhou força no debate eleitoral após escândalos recentes. Segundo a Folha de S.Paulo, diferentes grupos disputam o formato das mudanças, evidenciando conflitos de interesse e foco na agenda política.
Na direita, críticas ao STF incluem limitar decisões individuais e ampliar poderes do Congresso. Já a esquerda defende combater privilégios e fortalecer mecanismos de controle, enquanto enfrenta contradições ao depender do tribunal no cenário institucional.
Dentro do próprio Judiciário, há divergências sobre o alcance das reformas. Propostas incluem códigos de conduta e mudanças estruturais, indicando que o tema deve permanecer no centro das discussões do próximo governo e da agenda nacional.