O STF discute um código de ética para ministros, baseado em normas da Alemanha e dos EUA, que limitam benefícios e participação em eventos que possam comprometer a imparcialidade. O tema ganhou destaque após viagens de ministros e contratos de escritórios familiares com instituições financeiras.
O presidente do STF, Edson Fachin, defende a medida, que ainda enfrenta resistência interna, segundo a Folha de S.Paulo, enquanto especialistas apontam que o código deve prever transparência em remunerações e evitar condutas que questionem a integridade do tribunal.
A discussão ocorre em paralelo à análise de alterações na Lei do Impeachment no Senado, aumentando a relevância do tema no debate sobre ética e responsabilidade dos magistrados.