Nenhum candidato que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial desde 1989 conseguiu se eleger depois. Segundo a Folha de S.Paulo, a maioria migrou para cargos regionais, reforçando a dificuldade de romper a polarização.
Para 2026, nomes como Simone Tebet, Marina Silva e Ciro Gomes devem disputar cargos locais. Especialistas apontam que o voto útil e o comportamento do eleitor dificultam o avanço de alternativas fora dos principais polos eleitorais.
Pesquisas indicam novo cenário polarizado, com liderança de Lula e aliados do bolsonarismo. Tentativas recentes de lançar nomes alternativos não avançaram, reforçando limites para consolidar uma terceira via como projeto nacional.