Uma das principais indústrias de snacks do Sul do Brasil, a Beija-Flor, foi constituída em 1972, quando o mineiro José Alfredo da Silva se machucou durante sua rotina de trabalho na Carbonífera Criciúma, no Sul de Santa Catarina.
Durante o tempo de recuperação do acidente de trabalho, José Alfredo buscou fontes alternativas de renda para sustentar sua esposa e nove filhos. O empresário fez um curso de eletrotécnica e começou a trabalhar no conserto de televisores.
Uma das maiores fábricas de snacks de SC começou nos fundos de casa
Uma das maiores fábricas de snacks de SC começou nos fundos de casaFoto: Divulgação/ND MaisNo entanto, por meio de um amigo, José Alfredo soube da existência de um maquinário para produção de pipocas que estava se popularizando pelo país. O homem então decidiu investir todas suas economias no novo empreendimento e construiu uma pequena fábrica nos fundos de sua casa, na Vila Manaus.
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Ao longo dos anos, o empreendimento cresceu em um ritmo constante e conquistou mercados fora de Santa Catarina. Atualmente, a Beija Flor possui dois parques fabris, em Criciúma e Forquilhinha, com um catálogo variado de snacks, com pipocas doces e salgadas, salgadinhos de milho e de trigo e flocos de arroz.
Marca planeja expandir produção em 50% até 2027
Marca planeja expandir produção em 50% até 2027Foto: Divulgação/ND MaisA marca catarinense está presente em cinco estados brasileiros: São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Sob a administração de Alfredo da Silva Neto, filho do fundador, a empresa planeja o maior investimento da história do negócio, com o objetivo de expandir a produção em 50% até 2027.
O plano contempla a renovação do parque fabril, aquisição de equipamentos de última geração, aumento da capacidade produtiva, desenvolvimento de novos produtos e fortalecimento da presença comercial.
Segundo o CEO, o objetivo é preservar a tradição construída ao longo das décadas sem deixar de investir em inovação. “Nosso objetivo é manter a qualidade e a tradição dos nossos produtos, mas precisamos caminhar junto com a tecnologia”, disse.