Companhias como Ryanair, Transavia e Volotea estão cancelando voos diante da alta do petróleo provocada pelo conflito no Oriente Médio. Com tarifas reduzidas, essas empresas têm menor margem para absorver o aumento dos custos.
O impacto varia conforme contratos de hedge, que podem proteger parte das companhias contra oscilações no preço do combustível. Analistas indicam que novos cortes podem ocorrer se os preços permanecerem elevados.
O setor já ajusta operações, com a Lufthansa anunciando cortes expressivos e a Volotea reduzindo voos. A tendência é de mais cancelamentos enquanto a guerra afetar o fornecimento de petróleo do Golfo.