As companhias aéreas brasileiras gastaram R$ 5,2 bilhões a mais que o previsto com querosene de aviação desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, em fevereiro, segundo a Abear, entidade fundada por Azul, Gol e Latam.
O preço do QAV acumula alta de 49% no período e passou a representar 39% dos custos das empresas, ante 32% antes do conflito. Em maio, o gasto adicional chegou a cerca de R$ 1,6 bilhão, segundo dados da associação.
Em julho, o BNDES anunciou R$ 13,2 bilhões em crédito para Gol, Latam, Azul e Abaeté, sendo R$ 8 bilhões para capital de giro. A alta do petróleo está relacionada às incertezas sobre a oferta global diante do conflito no Oriente Médio.