A Comissão Eleitoral de Israel vetou partidos árabes da eleição geral marcada para 27 de outubro e liberou siglas de extrema direita que integram o governo. A decisão ainda será analisada pela Suprema Corte.
O veto atinge a Lista Árabe Unida e a Lista Conjunta, além de impor restrições a dois políticos árabes. A comissão alegou que as siglas negam o caráter democrático e judaico de Israel e apoiam a luta armada.
A organização Adalah classificou o procedimento como politicamente motivado. Segundo projeções citadas no material, os partidos árabes poderiam conquistar até 12 assentos, com possível influência na formação do próximo governo.