O Departamento de Estado dos EUA citou a captura de Nicolás Maduro como exemplo recente da aplicação da Doutrina Monroe. Em vídeo, o governo Trump afirmou que a predominância americana no hemisfério Ocidental “nunca mais será questionada”.
Segundo Washington, a operação que levou Maduro aos EUA, em janeiro, enviou um “forte sinal” ao continente. Preso em Nova York, o ex-presidente venezuelano responde a acusações de narcoterrorismo apresentadas pelas autoridades americanas.
A estratégia dos EUA prevê ampliar sua atuação na América Latina, conter a influência chinesa e reforçar presença militar e fronteiras. Criada em 1823, a Doutrina Monroe permanece apresentada pelo governo como base de sua política regional.