O Supremo Tribunal Federal (STF) foi acionado nesta segunda-feira (14) pelo Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Pernambuco (Satenpe) para adotar medidas cautelares contra o pagamento do salário de Raquel Lyra (PSD) como procuradora do Estado.
A entidade pede que o governo de Pernambuco interrompa os pagamentos e passe a remunerar a governadora pelo subsídio do cargo, de R$ 22 mil, além da devolução de cerca de R$ 1,2 milhão que teria sido recebido acima do limite constitucional desde janeiro de 2023.
Lyra recebe atualmente mais de R$ 60 mil mensais, com salário e benefícios de procuradora do Estado, cargo do qual está afastada há 15 anos. A petição foi direcionada ao ministro Flávio Dino, relator de uma reclamação constitucional que trata de caso semelhante envolvendo procuradores de SP.