O STF começou a julgar ações contra mudanças na Lei da Ficha Limpa aprovadas pelo Congresso em 2025. As alterações reduziram prazos de inelegibilidade e podem permitir candidaturas de políticos condenados.
Entre os possíveis beneficiados estão Eduardo Cunha, Anthony Garotinho e José Roberto Arruda. A ministra Cármen Lúcia votou para derrubar trechos da nova legislação e criticou o enfraquecimento das punições eleitorais.
Segundo a CNN, a Procuradoria-Geral da República defendeu parte da lei, mas questionou regras sobre contagem simultânea de inelegibilidade. O julgamento segue no plenário virtual até a próxima sexta-feira.