O governo do Uruguai descartou atuar como mediador na crise entre Brasil e Argentina. O chanceler Mario Lubetkin afirmou que o impasse deve ser resolvido diretamente pelos dois países.
Segundo diplomatas, Brasília mantém os canais diplomáticos abertos, mas avalia que uma reaproximação depende de uma mudança de postura do presidente argentino, Javier Milei. O Planalto evita responder publicamente às declarações do líder argentino.
Apesar das divergências entre os presidentes, equipes técnicas dos dois governos seguem dialogando sobre temas comerciais e do Mercosul. A avaliação é de que preservar essa cooperação evita impactos mais amplos na integração regional.